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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Curiosidades sobre Infravermelho
Bom, me apresentando para este time de feras é complicado, mas vamos lá....
Como já comentado, estou fazendo uma pesquisa em territórios ainda pouco trilhados. Fotografia INFRARED e HDR. O assunto é inesgotável na internet, e já existem muitas pessoas dominando bem estas novas fronteiras da fotografia digital.
A fotografia com filtro Infrared é relativamente simples. Pode ser feita de 2 maneiras: a mais simples e barata é comprar um filtro infravermelho (no meu caso um Hoya R72 - que corta o comprimento de onda abaixo dos 720 nanômetros) e um tripé, pois chega a cortar de 10 a 18 stops de luz. Normalmente uso uma velocidade de 10 a 15 segundos, f 9.0 e ISO 200, sem tripé é impossível.
Como já comentado, estou fazendo uma pesquisa em territórios ainda pouco trilhados. Fotografia INFRARED e HDR. O assunto é inesgotável na internet, e já existem muitas pessoas dominando bem estas novas fronteiras da fotografia digital.
A fotografia com filtro Infrared é relativamente simples. Pode ser feita de 2 maneiras: a mais simples e barata é comprar um filtro infravermelho (no meu caso um Hoya R72 - que corta o comprimento de onda abaixo dos 720 nanômetros) e um tripé, pois chega a cortar de 10 a 18 stops de luz. Normalmente uso uma velocidade de 10 a 15 segundos, f 9.0 e ISO 200, sem tripé é impossível.

A foto da Cachoeira do Caxambú é um exemplo do que pode ser feito com o IR. A foto original em RAW fica alaranjanda-avermelhada. Faz-se um white balance nos verdes (árvores, grama, etc.). Depois a gente abre no Photoshop e faz um Swap dos canais vermelho-azul no Channel Mixer para dar este efeito maluco. O melhor é deixar a foto em preto e branco mesmo...
Acho impressionante mesmo o efeito das árvores com este dispositivo, parece neve... Esta foi feita na Estância La Ernestina na Península Valdes...

Outra maneira (melhor) é mandar modificar a própria máquina digital. Custa uns 300 dólares nos EUA, e o pessoal mexe no sensor e tira o filtro que corta o IR para o sensor. Daí a gente pode fazer as fotos sem tripé, na mão mesmo, com velocidades quase normais..., pois o sensor capta maior quantidade de raios IR.
Vamos fazer um workshop de Infravermelho uma hora dessas aqui em casa, tomando uma cervejinha bem gelada e colocar a mão na massa, posso emprestar o filtro p quem quiser (67mm)... só para atiçar as bichas...
Fábio
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
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